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Pele do nascimento a maturidade: do Nascimento à Maturidade
4,8
304 páginas
Maria Ines Harris (Autor)
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Pele do nascimento a maturidade: do Nascimento à Maturidade

Dotada de milhares de glândulas com as mais variadas funções e considerada um dos maiores órgãos do corpo humano, a pele também é exposta diariamente a inúmeras agressões ambientais, como a poluição e a radiação solar. Com o aumento da expectativa de vida e a compreensão da importância dessa barreira na preservação da saúde do ser humano, o estudo da pele, suas propriedades e mecanismos de preservação, torna-se cada dia mais importante. Pele: do nascimento à maturidade, da doutora Harris, é dirigido a profissionais que atuam no desenvolvimento, na produção e na garantia de qualidade de cosméticos e àqueles que se dedicam à área de estética.guy with booksVeja !!!As armas da persuasão: Como influenciar e não se deixar influenciarAs armas da persuasão: Como influenciar e não se deixar influenciarDepois de passar anos caindo na lábia de vendedores, arrecadadores de doações e operadores de telemarketing, o psicólogo Robert B. Cialdini resolveu se dedicar ao estudo da persuasão. Ele queria entender quais são os fatores que levam uma pessoa a dizer "sim" a um pedido e que técnicas exploram melhor esses fatores. Reunindo dados das mais recentes pesquisas científicas sobre o assunto, his­tórias de gente comum e a experiência adquirida ao se infiltrar em organizações que treinam os chamados "profissionais da persuasão", Cialdini criou uma obra acessível, informativa e indispensável a todos aqueles que querem saber como influenciar pessoas e, ao mesmo tempo, se defender dos manipuladores. Seis princípios psicológicos básicos governam o comportamento humano quando tomamos uma decisão e podem ser usados como verdadeiras armas: 1. Reciprocidade: nos sentimos compelidos a retribuir, nem sempre de forma van­tajosa para nós, o que outra pessoa nos proporcionou 2. Compromisso e coerência: depois que fazemos uma escolha, enfrentamos pressões para nos comportarmos de maneira condizente com o compromisso assumido 3. Aprovação social: buscamos nos outros indícios do comportamento mais apropriado a seguir 4. Afeição: preferimos acatar pedidos de pessoas que conhecemos e de que gos­tamos 5. Autoridade: temos um arraigado senso de obediência à autoridade 6. Escassez: tudo se torna mais valioso quando fica menos disponível Cada princípio é discutido pelo autor em termos de sua função na sociedade e de como um profissional da persuasão pode mobilizar seu poder em pedidos de compras, doações, concessões, votos, permissões, etc. Além disso, aprendemos a usar essas técnicas a nosso favor nas interações diárias de todo tipo, com vizinhos, amigos, colegas, parceiros de negócios ou familiares.

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Em Pacientes que curam, a médica Julia Rocha conta seu cotidiano no Sistema Único de Saúde brasileiro, o SUS, onde trabalha há dez anos, desde que se formou.   Os textos de Pacientes que curam apresentam o que Julia - uma mulher negra, médica de família e comunidade, mãe e cantora - vivenciou no plantão no hospital, em seu consultório na Unidade Básica de Saúde, na UPA ou em visita a pacientes em casa. E, ao fazer isso, traçam um retrato de um Brasil periférico, que vive mal desde sempre. Ao mesmo tempo, revelam o que há de universal, de sensível, no humano. No livro, vemos como saúde é muito mais do que não estar doente: é ter garantido o direito ao trabalho, à moradia, à alimentação, à educação, ao lazer e aos demais componentes do Estado de bem-estar social. Mas como proporcionar direitos às pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social? Como fazer cumprir os artigos da Constituição que estabelecem acesso universal e igualitário à saúde? A saúde é direito de todos e dever do Estado. O SUS, criado em 1986, é resultado de lutas dos movimentos sociais e engloba políticas de assistência e programas para a promoção da saúde, da democracia e da cidadania para todos os brasileiros, de forma gratuita. É considerado um dos maiores e melhores sistemas de saúde públicos do mundo. Graças ao SUS e a sua rede de profissionais dedicados ao atendimento humanizado dos pacientes, temos a chance de conhecer a dra. Julia e os pacientes-personagens deste livro. Histórias como as de Juliana e Juraci, que sofriam de uma das piores doenças que a sociedade pôde transmitir, o racismo e a escravidão; de Ruth, que buscava um remédio para dormir e saiu com diagnóstico de opressão por machismo. E também como a da mulher que queria uma solução para diminuir o desejo sexual e descobriu que estava saudável; e de seu André, que quase morreu e encontrou o amor. Pacientes que curam é um livro para se emocionar, para rir. É diversão e é alimento para a luta. Um livro para pessoas que sentem muito pelas injustiças e que teimam em mudar o mundo.